Archive for category Midias Sociais

Banner da Kaiak Natura

A idéia é genial. Quase o impensável. Interação entre digital, real e surreal. O custo da ação em si é alto, mas a história era justamente que o case rodasse o mundo. E já está rodando.

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Quando o mundo deixa de vender tinta…

Parece que agora as marcas perceberam que seus produtos podem ser muito mais do que produtos. É quando o hardsell dá lugar ao que é fundamental para as marcas. E as marcas ganham persolnalidade, ganham vida. Ao invés de simplesmente um lugar na prateleira.

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Viral muito interessante. E post muito suspeito!

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Brancozulu em matéria sobre Akatu no Meio&Mensagem.

A peça foi criada em conjunto com a agência Lew Lara. A campanha é uma sequência da campanha “Mais é Menos” do Akatu. A idéia era impactar o público-alvo com uma ação de repercussão nacional: diversos lançamentos imobiliários falsos, que claramente afetariam o meio ambiente e a sociedade como um todo. Segundo Glauco Ciasca, o objetivo final era retratar um consumo exacerbado, praticamente sem limites. Na campanha falsa, eram lançados empreendimentos imobiliários “impossíveis” como um edifício enornome no meio de uma praia do Guarujá. O edifício estava virtualmente construído na areia da praia e todo o material de divulgação vendia vagas “no mar”. Algo escandalosamente sem sentido, fora de proporção.
No entanto, como era de se prever, tivemos consumidores escandalizados com este atentado ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, pessoas que queriam comprar um apartamento. “Tivemos justamente um radicalismo de posições: pessoas que odiaram, pessoas que amaram o empreendimento. O que mostra também como a questão do consumo consciente ainda é polêmica, e ainda temos muito a caminhar”, diz Glauco.
A campanha atingiu ainda mais repercussão quando o Fantástico, da Globo, participou da campanha fazendo matérias nas diversas regiões do país, perguntando se as pessoas eram a favor ou contra.
O resultado no site foram centenas de cadastros, além de diversas postagens em blogs, comunidades e jornais online e offline. Ou seja, algo extremamente viral.
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Lista dos videos mais vistos no Youtube.

Contrariando a idéia de que para fazer sucesso no Youtube um vídeo deve ter produção caseira e ser divertido, publico esta lista dos 10 videos mais vistos de 2009.
As visualizações chegam a milhões, como era de se esperar para um canal tão popular no mundo. Mas os vídeos mais vistos são justamente as grandes produções. Nove delas musicais. Quer dizer, clipes de música dos mais pops que se pode imaginar.
Conclusão: quem tem dinheiro e fama continua tendo sucesso de público. Como em todo canal de televisão ou rádio. Neste quesito, o Youtube não é diferente de nenhum outro veículo de massa.
A diferença do Youtube, por enquanto, continua sendo a falta de editor chefe. Portanto, aqueles que não têm fama nem sucesso ainda têm chance. Pequena, mas existe.

Aqui vai a lista.

(1) Twilight Saga New Moon Summit 592,049,402
(2) Beyonce Single Ladies Sony Music 333,233,982
(3) Lady Gaga: Poker Face Universal 317,708,763
(4) Soulja Boy Crank Dat Universal 313,861,193
(5) Susan Boyle Britain’s Got Talent 313,177,779
(6) Michael Jackson Thriller Epic Records 257,016,016
(7) Miley Cyrus The Climb Hollywood 211,165,578
(8) Michael Jackson Beat It Epic Records 190,583,064
(9) Mariah Carey Touch My Body Universal 173,736,822
(10) Lady Gaga Just Dance Universal 170,636,272

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Um recorde de audiência: a campanha de T-Mobile.

A campanha inteira é um sucesso. Já foi postada aqui mais de uma vez. E o que me fez postá-la novamente foi ter entrado hoje pela manhã no Youtube e ver que o primeiro filme, aquele que as pessoas dançam na estação de trem, atingiu mais de 15 milhões de views. Um recorde de visualizações.
Em uma análise rápida alguém poderá dizer que 15 milhões de espectadores não é muito. Moramos em um país de dimensões continentais que ultrapassa os 170-180 milhões de habitantes. Sozinha, a Rede Globo consegue atingir isso fácil fácil.
A questão é que quando você passa um comercial na Globo, não só está pagando pelo espaço, como também está “empurrando” o comercial guela abaixo do espectador. Sem falar que boa parte dos consumidores zappeiam ou vão ao banheiro/lavar louça/ligar para alguém, enfim, fazer qualquer coisa no intervalo comercial.
No caso do Youtube, a coisa é diferente. O espectador clicou no video. Foi escolha dele clicar ali e assistir. E mesmo continuar assistindo. É claro que campanhas como as de T-Mobile não viralizam sem dinheiro, sem investimento. Isso é utopia, um sonho por parte de Clientes ou Marcas que ainda não têm idéia do que é fazer um viral. As campanhas virais precisam de ajuda. Precisam de “seeding”, que é semear. Ou seja, é preciso semear para colher frutos depois. Qualquer lavrador sabe disso desde o começo dos tempos. E de lá pra cá, nada mudou.

Um dos videos que eu não tinha visto ainda.

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Mais um video explicando o momento web que estamos vivendo

Versão 3.0 do video de Karl Fisch.

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Para quem ainda não acredita na força das Midias Sociais

Sigo diversas pessoas no Twitter. Na maioria gente do mercado nacional e internacional de publicidade e marketing. Mas nas horas vagas aproveito para dar algumas risadas com o tweets do pessoal do CQC. Entre os meus preferidos está o do Rafinha Bastos.
E foi justamente em uma madrugada, postanto trabalhos da Brancozulu no twitter e blog da agência que eu me deparei com uma mensagem do Rafinha, provavelmente feita do celular.
A mensagem dizia o seguinte: “Tô comendo no Fifties (para quem não conhece é uma rede de hamburguerias superfamosa) Aqui tudo vem dos anos 50, até o hamburguer… tá velho e murcho”.
Engraçado. Típico comentários que fazemos entre amigos. E isso não teria nenhum impacto, se não tivesse sido feito por mim ou você numa rodinha de amigos.
O problema, para o Fifties, neste caso, é que a rodinha de seguidores do Rafinha Bastos é de 490 mil pessoas. Se pensarmos que a tiragem de Veja nacional chega a pouco mais de 1 milhão de pessoas, chegamos a seguinte conclusão: esse comentário “inocente” feito por um membro do Twitter alcançou meia tiragem de Veja nacional.
É por isso que se fala em legislar o que é comentário espontâneo e o que é publicidade. Porque o comentário do Rafinha (e aqui não estou fazendo nenhuma acusação) poderia ser perfeitamente comprado por outra rede de hamburguerias.
Também é possível entender porque pessoas tão seguidas no Twiiter estão sendo extremamente assediadas por grandes marcas para emitir comentários e lançar posts pagos.
E, então, está convencido do poder do twitter e de outras midias sociais?

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Mc X Burger King

Um ataque direto, frontal entre as duas marcas. Um video para ser viralizado ao extremo. Mas não para nenhuma das marcas. E, sim, para a produtora que fez o trabalho. Agressivo. Um soco no estômago da concorrência.

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A divertida morte do Mídia. Ou Madison Avenue Blues.

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